segunda-feira, 19 de outubro de 2015

Normas para a boa vizinhança

Abro os olhos de má vontade. É domingo e está escuro ainda. Só uma tênue claridade entra pelas frestas da janela do meu quarto. Confiro o relógio: cinco e trinta da manhã. Pra quem planejava morar na roça, ter sossego e paz, é triste ter que admitir que estou acordando num domingo tão cedo por causa da algazarra dos vizinhos do andar de cima. Suspiro de frustração. Tudo bem que eles têm crianças pequenas e tudo, mas custava um pouquinho de consideração? Todos os dias é essa barulheira, que começa cedinho. Uma correria e esses gritinhos insistentes. O jeito é levantar e começar meus afazeres, não tem jeito de dormir de novo mesmo. Já tentei reclamar com eles, mas fui ignorada. E o pior de tudo é que eles não têm o menor cuidado com o patrimônio comum. Já danificaram até parte da instalação elétrica. Como hoje temos a internet como grande arma de divulgação em massa, tirei umas fotos deles para denunciar seu mau comportamento. Olha aí os meus famigerados vizinhos:



domingo, 9 de agosto de 2015

Não tem preço

Conseguir tirar uns dias, no meio da correria, pra fazer uma viagem: não tem preço.
Edição antiquíssima de "Os Miseráveis", encontrada por acaso no meio da biblioteca herdada pelos meus pais, do meu padrinho querido: não tem preço.
Encontrar uma pousada linda, com rede na varanda, depois que um imprevisto não nos permite ficar na casa do amigo que nos esperava: não tem preço.
A pousada aceitar uma hóspede especial (nossa Frida): aí que não tem preço algum, mesmo!!!!

Pousada Pouso do Sol - Lagoa Santa - MG